O cartório OFÍCIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS E PESSOAS JURÍDICAS, situado na Pç. João Durval Carneiro, s/n , Centro, Santa Maria da Vitória-BA, iniciou suas atividades em 1938. Sua instalação está intrinsecamente ligada ao período de expansão da região oeste da Bahia, impulsionado pela cultura do algodão e pela crescente necessidade de regularização fundiária. Santa Maria da Vitória, então um promissor centro comercial e agrícola, demandava um serviço de registro que garantisse a segurança jurídica das transações e a organização do patrimônio local. A criação do cartório foi uma resposta a essa demanda, acompanhando o desenvolvimento da cidade e a chegada de novos moradores.
O primeiro oficial do cartório foi o Sr. Antônio Ferreira de Souza, um advogado recém-formado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, conhecido por sua integridade e dedicação ao serviço público. Sob sua gestão, o cartório se estabeleceu como um pilar fundamental da vida social e econômica de Santa Maria da Vitória. Nas décadas seguintes, o cartório passou por diversas modernizações, adaptando-se às novas tecnologias e legislações, mas sempre mantendo a tradição de um atendimento personalizado e eficiente. Em 1975, o cartório expandiu suas atribuições, incorporando o Registro Civil de Pessoas Jurídicas, tornando-se um centro ainda mais completo de serviços notariais e registrais. A denominação atual, OFÍCIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS E PESSOAS JURÍDICAS, foi formalizada em 1988, refletindo a amplitude de suas funções.
Atualmente, o OFÍCIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS E PESSOAS JURÍDICAS é uma instituição consolidada em Santa Maria da Vitória e região, responsável por preservar a memória jurídica de milhares de famílias e empresas. Estima-se que, ao longo de mais de oitenta anos de atuação, o cartório tenha atendido a mais de 20.000 famílias, registrando nascimentos, casamentos, óbitos, compra e venda de imóveis, constituição de empresas e outros atos importantes da vida civil. Sua atuação é essencial para a segurança jurídica, o desenvolvimento econômico e a organização social da comunidade, sendo um patrimônio histórico e cultural da cidade.