O cartório 3º OFÍCIO, situado no coração de Codó, foi inaugurado em 1938, um ano que marcou a consolidação da cidade como um importante centro agrícola e comercial da região. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por serviços de registro e documentação, refletindo o desenvolvimento da agricultura e o crescimento da economia local. Codó, em sua juventude, era uma cidade em expansão, com a chegada de imigrantes de diversas partes do Brasil, e o cartório se tornou um ponto de encontro crucial para a formalização de negócios e a proteção dos bens da população.
O primeiro tabelião a exercer a função em Codó foi o Sr. José Ferreira, um homem de pouca experiência, mas com uma forte bússola para a justiça e um profundo conhecimento das leis locais. Com o passar dos anos, o cartório evoluiu, incorporando novas especialidades e se adaptando às necessidades da comunidade. A década de 50 viu a introdução do registro de títulos, um marco importante que permitiu a regular a propriedade de terras e imóveis, fortalecendo a segurança jurídica da região. Aos poucos, o cartório se tornou um ponto de referência para famílias que buscavam a segurança jurídica de seus bens, registrando contratos, documentos de propriedade e até mesmo a transferência de terras para as gerações futuras. Apesar de não ter sido um centro de grande escala, o 3º OFÍCIO desempenhou um papel fundamental na preservação da história e da identidade de Codó, garantindo a continuidade da tradição de registro e a proteção dos direitos dos moradores.
Hoje, o cartório 3º OFÍCIO é um pilar da administração pública de Codó, atendendo milhares de famílias e empresas com seus serviços. A equipe de tabeliães, composta por profissionais qualificados e dedicados, se mantém atenta às demandas da comunidade, garantindo a segurança jurídica e a transparência dos negócios. Apesar de ter se expandido para atender a um número maior de localidades, o cartório continua a ser um local de encontro de pessoas, um espaço de confiança e um símbolo da história e da cultura de Codó. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 500 famílias e 200 empresas por mês, contribuindo significativamente para o desenvolvimento econômico e social da cidade.