O cartório 2º OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E ANEXOS, erguendo-se no coração de Estreito, emerge como um testemunho da história e da identidade da cidade. Sua instalação, em [15 de Janeiro de 1938], foi um marco crucial, coincidente com o início da industrialização da região, que transformava Estreito de uma pequena vila de agricultura a um importante polo de comércio e serviços. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, e pela necessidade de formalizar a vida familiar em um período de expansão demográfica.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira da Silva, um homem de pouca experiência, mas com uma profunda crença no poder da justiça e na importância de registrar a vida das pessoas. Em suas primeiras décadas, o cartório operava com recursos modestos, utilizando principalmente o caderno de registro e a memória da época. Aos poucos, a demanda cresceu, e o Sr. Silva, com a ajuda de alguns auxiliares, começou a desenvolver um sistema de organização mais eficiente. Aos poucos, o cartório se consolidou como um ponto de referência para a comunidade, atendendo a uma variedade crescente de solicitações, desde o registro de nascimento de crianças até a elaboração de certidões de óbito. Aos poucos, o cartório se tornou um importante instrumento de organização social e familiar, auxiliando na gestão de famílias e na preservação da memória coletiva.
Ao longo das décadas seguintes, o cartório 2º OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E ANEXOS se tornou um pilar da vida de Estreito. Aos poucos, o cartório se expandiu, incorporando novas especialidades, como o registro de títulos e documentos, e o registro de pessoas jurídicas. Aos poucos, o cartório se tornou um local de encontro para famílias, onde as pessoas podiam registrar seus dados, obter documentos e receber orientação jurídica. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, cerca de 300 famílias por mês, com um número significativo de casamentos, nascimentos e óbitos registrados. A presença do cartório também foi fundamental para a preservação da memória histórica da cidade, registrando documentos que narravam a trajetória de Estreito, desde seus primeiros anos de história até os dias atuais.