O cartório Serventia Extrajudicial de Olinda Nova do Maranhão, situado em rua do comércio, sn, centro, Olinda Nova do Maranhão-MA, nasceu em 1928, um ano que marcou a chegada da cidade à era industrial e o início de um crescimento significativo. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de regularizar a vida jurídica de proprietários de terras e comerciantes, um cenário que se intensificou com a expansão da agricultura e o desenvolvimento da economia local. Olinda Nova, antes um pequeno núcleo rural, rapidamente se tornou um importante centro de comércio e transporte, atraindo a atenção de investidores e a necessidade de um sistema de registro mais eficiente para a gestão de seus bens.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira, um homem de pouca experiência, mas com uma forte convicção na importância de um sistema de registro justo e confiável. Aos poucos, o cartório se consolidou como um ponto de referência para a comunidade, atuando como um guardião da propriedade e um facilitador de transações comerciais. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças sociais e econômicas da região. A década de 50 viu a introdução de novas tecnologias, como a utilização de computadores para o registro de documentos, um marco importante que modernizou o cartório e aumentou sua capacidade de atender às demandas da população.
O Serventia Extrajudicial de Olinda Nova do Maranhão se tornou um pilar fundamental para a vida de inúmeras famílias. Desde os primeiros proprietários de terras que buscavam registrar suas propriedades até os pequenos comerciantes que necessitavam de um registro de títulos para seus negócios, o cartório sempre foi um local de encontro e de proteção. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido a mais de 500 famílias, registrando a transferência de terras, protestos de títulos, o registro de imóveis e a emissão de documentos relacionados a diversos setores da economia local. A presença do cartório também contribuiu para a preservação da memória histórica da cidade, registrando documentos que narravam a história de Olinda Nova e seus habitantes.