O cartório OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS, erguido em Alto Jequitibá, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade de cerca de 15% em relação ao ano anterior. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, que se intensificava com o desenvolvimento industrial e a chegada de novas famílias à região. A cidade, então, era um importante polo de produção de celulose e, consequentemente, um local de grande movimento, com uma população em constante crescimento. A chegada de imigrantes europeus, principalmente da Itália e da Espanha, também contribuiu para a diversidade da comunidade, enriquecendo a história de Alto Jequitibá.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. Antônio Ferreira, um homem de poucas palavras e grande dedicação. Sua atuação, inicialmente simples, foi marcada pela busca por organização e pela atenção aos detalhes. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às novas tecnologias e às demandas da sociedade. A década de 1960 viu a introdução de um sistema de informática, que permitiu a automatização de algumas tarefas e a organização de dados de forma mais eficiente. A criação de um sistema de arquivamento digital, em 1985, foi um marco importante, permitindo o acesso rápido e fácil aos registros. A partir daí, o cartório se consolidou como um centro de referência na região, atendendo a um número crescente de cidadãos.
Hoje, o OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS é um dos cartórios mais importantes de Alto Jequitibá, com uma equipe de aproximadamente 30 funcionários. Atua em diversas áreas, desde o registro de nascimentos, casamentos, óbitos e interdições, até a realização de consultas e a orientação jurídica. A família de tabeliães, que se mantém ativa desde 1938, continua a ser fundamental para o funcionamento do cartório. A comunidade local, que se beneficia do serviço, inclui famílias de todas as idades, desde os mais jovens até os mais velhos, que dependem do cartório para registrar seus dados e garantir a segurança jurídica de seus laços familiares. Desde o início, o cartório tem se dedicado a garantir a transparência e a segurança dos registros, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.