O Cartório Maria Célia da Cunha, erguido no coração de Sete Lagoas, nasceu em 1938, um ano que marcou profundamente a história da cidade. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, um cenário que se intensificava com a expansão da agricultura e a chegada de imigrantes de diversas regiões do Brasil. A cidade, então, era um polo de produção de café e algodão, e a necessidade de documentar a vida familiar era fundamental para o desenvolvimento econômico e social.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira, um homem de poucas palavras e grande dedicação. Com a evolução do cartório ao longo das décadas, ele foi substituído por outros oficiais, cada um contribuindo para aprimorar os processos e aprimorar a organização do cartório. A década de 50 trouxe a introdução de novas tecnologias, como a utilização de computadores para registrar os dados, um marco importante que permitiu um controle mais eficiente e a redução de erros. A cidade, em constante crescimento, viu o Cartório Maria Célia da Cunha se consolidar como um pilar fundamental para a vida de seus habitantes.
Hoje, o Cartório Maria Célia da Cunha é um centro de referência em diversas áreas do direito. Atende a milhares de famílias da região, oferecendo serviços essenciais para o registro de eventos importantes como nascimentos, casamentos, óbitos e interdições. A reputação do cartório se baseia na precisão, na eficiência e no atendimento personalizado, que o tornam um local de confiança para aqueles que precisam de documentos importantes. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, cerca de 300 famílias por mês, com um número significativo de casamentos e nascimentos registrados anualmente.