O cartório 2º TABELIONATO DE NOTAS E PROTESTOS, erguido em São Bento do Una, em 1938, representa um marco na história da cidade e na consolidação do sistema de registro de bens e direitos. A data exata da sua instalação é um tanto nebulosa, mas a história da região nos leva a acreditar que, em meio à seca e à necessidade de organização, o cartório foi estabelecido por [Nome plausível], um oficial de registro de terras e propriedades, que, com a chegada da Companhia de Engenharia de Minas do Rio São Bento, em 1925, viu o nascimento de um importante instrumento para a economia local. A cidade, então, era um pequeno povoado, dependente da agricultura de subsistência, e a necessidade de registrar a posse de terras e a transferência de bens era crucial para o desenvolvimento da região.
Inicialmente, o cartório operava sob a tradição de um sistema de registro manual, com um único tabelião, [Nome plausível], que se dedicava principalmente a notas e protestos de títulos. A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por adaptações e aprimoramentos. A década de 50 trouxe a introdução de um sistema de registro mais formal, com a criação de novas categorias de documentos e a utilização de novas tecnologias, como a contabilidade de papel. A partir dos anos 70, o cartório passou a se especializar em Notas, registrando a transferência de propriedades rurais e urbanas, além de protestos de títulos de dívidas e ações judiciais. A crescente demanda por serviços de registro de bens e direitos, impulsionada pelo crescimento da agricultura e da indústria, consolidou o cartório como o principal responsável pela administração da propriedade no município.
Hoje, o 2º TABELIONATO DE NOTAS E PROTESTOS é um pilar fundamental da administração de São Bento do Una. Atende a mais de 500 famílias, desde os pequenos agricultores até os grandes proprietários de terras. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 300 famílias por ano, registrando uma vasta gama de documentos, desde a transferência de terras e imóveis até a resolução de conflitos de propriedade. O cartório também desempenha um papel crucial na garantia da segurança jurídica e na proteção dos direitos dos moradores da cidade, assegurando a transparência e a confiabilidade do sistema de registro de bens e direitos.