O cartório 1º Ofício de Protestos de Títulos, situado no coração de Cascavel, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de regularizar a propriedade de terras e bens, um cenário que se intensificava com a chegada da Companhia de Minas Gerais à região, que, em 1936, estabeleceu sua sede em Cascavel. A cidade, então, era um importante polo de produção de café e, com o crescimento da economia, a necessidade de registrar títulos de propriedade se tornou crucial para a segurança jurídica dos negócios e a preservação do patrimônio.
O primeiro tabelião, o Sr. Antônio Ferreira, foi o pioneiro a assumir a responsabilidade pelo cartório. Sua atuação, inicialmente simples, foi marcada pela dedicação e pela busca por um sistema de registro eficiente. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças sociais e econômicas de Cascavel. A década de 50 viu a introdução de novas técnicas de registro, e a necessidade de atender um número crescente de solicitações impulsionou a criação de um sistema mais organizado. Em 1975, o cartório adotou o nome atual, o 1º Ofício de Protestos de Títulos, um nome que refletia a sua função de proteger os direitos dos proprietários e garantir a segurança jurídica das transações.
O 1º Ofício de Protestos de Títulos se consolidou como um ponto de referência na comunidade de Cascavel, atendendo a milhares de famílias e gerações. Desde os primeiros registros de compra e venda de terras até a resolução de disputas de propriedade, o cartório desempenhou um papel fundamental na preservação da história e da identidade local. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 500 famílias por ano, auxiliando na regularização de propriedades, na resolução de conflitos e na garantia da segurança jurídica para os seus clientes.