O Cartório Distrital de Areia Branca dos Assis, situado na Rua Cândido Alves Machado Fagundes, 21, em Areia Branca de Assis, Mandirituba-PR, nasceu em 1938, um ano que marcou a chegada da cidade à região e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente população de trabalhadores rurais que se estabeleceram na área, atraídos pela promessa de terras férteis e pela estabilidade econômica. Inicialmente, o cartório era um pequeno estabelecimento, operado por um único tabelião, o Sr. José Ferreira, que, com a ajuda de seus dois assistentes, registrava os primeiros registros de nascimento, casamento e óbito na região. A cidade, então, era uma pequena vila, com poucas casas e uma economia baseada na agricultura de subsistência, e o cartório desempenhou um papel crucial na organização da vida social e familiar.
A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por adaptações e aprimoramentos. A partir da década de 1960, o cartório passou por uma modernização, incorporando novas tecnologias e processos para garantir a precisão e a segurança dos registros. A adição de um novo assistente, Dona Maria Silva, em 1975, permitiu o aumento da capacidade de atendimento e a expansão dos serviços prestados. A partir de 1980, o cartório passou a oferecer serviços adicionais, como a emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, além de auxiliar na elaboração de documentos para a transferência de imóveis e a realização de processos judiciais. A comunidade de Mandirituba, que antes dependia da atividade do cartório para registrar seus dados, passou a se beneficiar de sua expertise, com famílias e gerações se sentindo mais seguras e confiantes em relação à documentação de seus laços familiares.
Hoje, o Cartório Distrital de Areia Branca dos Assis é um importante centro de referência na região, atendendo milhares de famílias com seus serviços. A cidade se orgulha de ter um cartório que não apenas registra os eventos importantes da vida das pessoas, mas também contribui para a preservação da memória e da história de Mandirituba. A estimativa atual de famílias atendidas é de mais de 500, com um número significativo de casamentos e nascimentos registrados anualmente. O nome fantasia atual, "Cartório da Esperança", foi adotado em 1995, em reconhecimento à sua importância para a comunidade e à sua dedicação em garantir a segurança jurídica e a tranquilidade dos seus clientes.