O Cartório de Protesto Pacheco, erguido em 1888, na data aproximada de um período de intensa expansão para a região de Perobal, representa um marco na história da cidade. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente necessidade de registrar títulos de propriedade e garantir a segurança jurídica para os moradores. A cidade, em seus primeiros anos, era uma pequena vila de agricultura e pecuária, com um crescimento lento e modesto. A chegada da Companhia de Minas em 1872, que explorava as terras da região, trouxe consigo a necessidade de regularizar a posse de terras e a criação de um sistema de registro de propriedades, o que impulsionou a criação do cartório.
O primeiro tabelião, o Sr. José Ferreira, foi o pioneiro, estabelecendo as bases do cartório com uma abordagem simples e pragmática. Inicialmente, o cartório se concentrava em protestar de títulos de terra, registrando a propriedade de fazendas e terras de pequenos proprietários. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças do cenário econômico e social. A adição de novos cargos, como o de Procurador, permitiu ampliar a atuação do cartório, abrangendo também a questão de títulos de veículos e outros bens. A cidade de Perobal, em sua busca por desenvolvimento, investiu em infraestrutura e educação, e o cartório se tornou um importante instrumento de justiça e segurança para a comunidade.
Hoje, o Cartório de Protesto Pacheco é um pilar fundamental da administração pública de Perobal. Atualmente, o cartório atende milhares de famílias, registrando a transferência de imóveis, a venda de bens e a celebração de contratos. A equipe do cartório, composta por tabeliães experientes e auxiliados por técnicos, garante a segurança jurídica para os moradores, auxiliando na resolução de conflitos e na proteção dos direitos de propriedade. A presença do cartório é sentida em cada esquina de Perobal, um símbolo da importância da justiça e da organização administrativa para a cidade.