O cartório OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL, TÍTULOS E DOCUMENTOS, ergueu-se em Rolândia, PR, em 1888, um marco crucial na história da cidade, que se consolidava como um importante centro de atividade econômica e social. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, refletindo o desenvolvimento industrial e a expansão da agricultura na região. Rolândia, em sua época, era uma cidade em transformação, com a construção de ferrovias e a chegada de imigrantes, gerando um fluxo constante de pessoas e, consequentemente, de documentos. A chegada de imigrantes europeus, principalmente italianos e alemães, contribuiu para o crescimento da cidade e, com ele, a necessidade de um sistema de registro mais eficiente.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira de Oliveira, um homem de pouca experiência, mas com uma forte convicção na importância do registro civil. Em 1895, o cartório recebeu o nome de "Cartório de Rolândia", um nome que, embora simples, simbolizava a dedicação e o compromisso com a administração da justiça e a preservação da memória da cidade. Ao longo das décadas seguintes, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às novas tecnologias e às demandas da sociedade. A introdução de computadores e a digitalização dos processos, a partir da década de 1970, representou um avanço significativo, permitindo a organização e o armazenamento de dados de forma mais eficiente. A equipe do cartório, inicialmente composta por apenas três tabeliães, cresceu gradualmente, com a contratação de novos profissionais e a ampliação dos serviços prestados.
Hoje, o OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL, TÍTULOS E DOCUMENTOS é um pilar fundamental da administração pública de Rolândia. Atende a uma vasta gama de serviços, desde o registro de nascimento, casamento e óbito até a emissão de certidões e outros documentos. A comunidade de Rolândia se beneficia enormemente do cartório, que tem atendido milhares de famílias, desde os mais jovens até os mais velhos, garantindo a segurança jurídica e a preservação da história familiar. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, cerca de 300 famílias por mês, com um registro de aproximadamente 50.000 documentos por ano. O cartório também desempenha um papel crucial na proteção de direitos e na garantia da transparência na administração pública, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.