O Cartório Passarin, situado no coração de Luzerna, nasceu em 1888, um ano que marcou a expansão da cidade de cerca de 50 km da capital, Santa Catarina. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, um cenário que se intensificava com a chegada de imigrantes e a industrialização da região. A cidade, então, era um ponto de encontro de diferentes culturas e tradições, e o cartório se tornou um importante instrumento para a organização social e familiar, facilitando a vida de famílias que se estabeleciam em Luzerna.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira, um homem de pouca experiência, mas com um profundo senso de justiça e um conhecimento da legislação local. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população. Aos poucos, o nome "Passarinho" foi adotado, inspirado na beleza da paisagem local e na figura do pássaro que, segundo a lenda, voava livremente pela região. Aos poucos, o cartório se consolidou como um ponto de referência para a comunidade, oferecendo serviços essenciais para as famílias de Luzerna, desde o registro de nascimento até a elaboração de testamentos e a realização de inventários. A estimativa atual é que o cartório já tenha atendido mais de 10.000 famílias, com a recorde de 250 casamentos realizados em um único ano.
O Cartório Passarin se tornou um símbolo de esperança e segurança para a população de Luzerna. Aos poucos, o cartório se tornou um local de encontro, onde as pessoas podiam buscar orientação jurídica, resolver disputas familiares e celebrar momentos importantes da vida. A presença do cartório também contribuiu para o desenvolvimento da cidade, ao facilitar a organização da população e ao promover a integração social. A história do cartório é um testemunho da resiliência e da capacidade de adaptação da comunidade de Luzerna, que sempre buscou a justiça e a segurança em seus registros.