A história do OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E INTERDIÇÕES E TUTELAS, um pilar fundamental da administração de Santana, remonta a 1888, quando, sob a liderança do Sr. José Ferreira de Oliveira, um homem de espírito forte e dedicação à justiça, o cartório foi inaugurado. A cidade de Santana, então uma pequena vila de fazenda, estava em plena expansão, com a chegada de imigrantes de diversas regiões do Brasil. A fundação da cidade, em 1878, foi marcada pela exploração da cana-de-açúcar, e a chegada de trabalhadores de diversas partes do país impulsionou o crescimento da economia local. O Sr. José Ferreira de Oliveira, um homem de poucas palavras e muita sabedoria, foi o primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório, um cargo que, na época, era considerado um privilégio e uma responsabilidade elevada.
A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por desafios e conquistas. A partir da década de 1920, o cartório passou por um processo de modernização, incorporando novas tecnologias e procedimentos. A necessidade de registrar o nascimento de crianças, o casamento e o falecimento de pessoas, além da gestão de processos de interdição e tutela, exigiu a adaptação do cartório às novas demandas da sociedade. A chegada de novos oficiais, como o Sr. Antônio Carlos Silva, em 1945, foi um marco importante, consolidando a estrutura do cartório e expandindo suas atividades. O Sr. Silva, um homem de grande responsabilidade e conhecimento, foi responsável por implementar um sistema de registro mais eficiente e aprimorar a organização do cartório.
O OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E INTERDIÇÕES E TUTELAS se tornou um centro de referência para a comunidade de Santana. A cidade, com sua população crescente, dependia do cartório para registrar os eventos mais importantes da vida de seus moradores. Famílias inteiras, como a família dos Santos, que residiam na Rua Monteiro Lobato, s/n, já foram atendidas pelo cartório ao longo de mais de um século. Aos poucos, o cartório se tornou um ponto de encontro para os moradores, onde podiam registrar seus documentos, obter informações e receber orientação jurídica. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido mais de 50.000 famílias, com registro de nascimentos, casamentos, óbitos e interdições e tutelas.