O Cartório de Paz e Notas de Zelândia, erguido em Santa Juliana, Minas Gerais, data sua instalação é estimada em 1888, um ano que marca a chegada da cidade à região e o início de um ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar os primeiros registros de nascimento, casamento e óbito, um marco crucial para a organização social e familiar da comunidade. A cidade, então, era um pequeno povoado, com a economia baseada na agricultura e na pecuária, e a necessidade de um registro formal de eventos familiares era um reflexo da crescente importância da vida comunitária.
O primeiro oficial a exercer a função de tabelião foi o Sr. José Ferreira, um homem de pouca estatura, mas com uma dedicação inabalável à administração da justiça. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população. Aos poucos, o nome "Cartório de Paz e Notas de Zelândia" foi adotado, um nome que refletia a importância da cidade e a sua história. A partir da década de 1930, o cartório se consolidou como um ponto de referência para a população, oferecendo serviços essenciais para a vida familiar. As famílias se reuniam para registrar os eventos mais importantes, desde o nascimento de um filho até o falecimento de um ente querido, e o cartório se tornou um espaço de acolhimento e segurança.
Hoje, o Cartório de Paz e Notas de Zelândia é um dos principais centros de atendimento à população em Santa Juliana. Atualmente, o cartório atende a mais de 5.000 famílias, oferecendo um amplo leque de serviços, incluindo o registro de nascimentos, casamentos, óbitos, interdições e tutelas, além de notas de zelândia para a administração de bens. A equipe do cartório, composta por tabeliães, assistentes e outros profissionais, trabalha com dedicação para garantir a qualidade dos serviços prestados, buscando sempre a satisfação dos seus clientes. A história do Cartório de Paz e Notas de Zelândia é, portanto, um testemunho da força da comunidade e da importância do papel do cartório na vida de Santa Juliana.