O cartório 1º TABELIONATO DE NOTAS E OFÍCIO DO REGISTRO PÚBLICO, erguido em Goianinha, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade rumo ao interior do Rio Grande do Norte. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros e documentos, especialmente em um período de desenvolvimento econômico e migratório que transformava Goianinha. A cidade, antes um pequeno núcleo rural, testemunhou o crescimento de pequenos comércios e a chegada de trabalhadores rurais, impulsionando a necessidade de um espaço dedicado à administração de documentos e à garantia da segurança jurídica.
O primeiro tabelião, o Sr. Antônio Ferreira da Silva, foi o pioneiro a estabelecer o cartório. Sua dedicação e visão estratégica foram cruciais para o início da instituição. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças do cenário jurídico e administrativo. A década de 50 viu a introdução de novas especialidades, como o registro de imóveis, um marco importante para a consolidação da cidade e o desenvolvimento do setor imobiliário. A década de 70 trouxe a criação do registro civil de pessoas jurídicas, um passo fundamental para a formalização de empresas e associações, e a introdução de serviços de contabilidade, atendendo a um crescente número de empresários e profissionais liberais.
Hoje, o 1º TABELIONATO DE NOTAS E OFÍCIO DO REGISTRO PÚBLICO é um pilar da administração pública de Goianinha. Atualmente, o cartório atende a mais de 5.000 famílias, com um volume de trabalho que se mantém constante. A equipe do cartório, composta por tabeliães, assistentes e outros profissionais, desempenha um papel essencial na garantia da segurança jurídica, na organização da administração pública e no apoio à população local. Desde a criação de documentos de identidade e passaporte até a elaboração de contratos e a resolução de conflitos, o cartório oferece um serviço completo e abrangente, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da cidade. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 2.000 famílias por mês, com um número significativo de processos administrativos e judiciais.