O cartório OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS, situado na Rua Major Garcia, 634, Centro, Altinópolis-SP, iniciou suas atividades em 1895. Sua instalação está intrinsecamente ligada ao processo de emancipação política de Altinópolis, que ocorreu em 1892, e ao subsequente desenvolvimento da região como centro agrícola e comercial. A necessidade de um registro civil próprio surgiu com o aumento da população e a demanda por documentação oficial para os cidadãos da recém-criada vila.
O primeiro Oficial de Registro Civil a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Dr. Antônio Ferreira de Campos, um advogado recém-formado na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, e figura proeminente na vida política local. Sob sua gestão, o cartório operava em um modesto sobrado na Rua Major Garcia, registrando inicialmente apenas nascimentos e casamentos. Ao longo das décadas, acompanhando o crescimento de Altinópolis, o cartório expandiu suas atribuições para incluir registros de óbitos, interdições e tutelas, adaptando-se às mudanças legislativas e sociais. A informatização, implementada na década de 1990, representou um marco importante na modernização dos serviços prestados, facilitando o acesso à informação e a segurança dos dados.
Atualmente, o OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS é uma instituição fundamental para a comunidade de Altinópolis, guardiã da memória civil da cidade. Ao longo de mais de um século de atuação, estima-se que o cartório tenha registrado os nascimentos de mais de 30.000 pessoas, celebrado mais de 15.000 casamentos e registrado mais de 10.000 óbitos, atendendo a diversas gerações de famílias altinopolitanas. Sua importância transcende a esfera burocrática, sendo um elo vital na construção da identidade e da história local.