O cartório 6º TABELIONATO DE NOTAS, erguido em Goiânia, em 1938, representa um marco na história da cidade, um momento crucial em um período de expansão e desenvolvimento que moldou a identidade de Goiânia. A data oficial de sua instalação é 1º de janeiro de 1938, coincidente com o início da construção do novo centro administrativo da cidade, um projeto ambicioso que visava consolidar a infraestrutura e o poder econômico de Goiânia. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de propriedade, contratos comerciais e documentos legais, refletindo o crescimento da economia local e a urbanização da região. A cidade, em seus primeiros anos, era uma colônia de fazendeiros e comerciantes, com a agricultura sendo a principal atividade econômica. A chegada do cartório, então, representou um passo importante para a organização e o controle das atividades comerciais, permitindo a criação de um sistema de registro mais eficiente e a garantia da segurança jurídica para os negócios locais.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira da Silva, um homem de pouca experiência, mas com uma forte ética e um profundo conhecimento da legislação local. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças nas leis e às necessidades da população. A década de 50 viu a introdução de novas técnicas de registro, como a utilização de computadores e a formalização de processos mais complexos. A década de 70 trouxe a modernização do cartório, com a contratação de novos oficiais e a ampliação do leque de serviços prestados. A partir dos anos 80, o cartório se tornou um ponto de referência para a comunidade, atendendo a uma vasta gama de famílias e empresas, desde pequenos agricultores até grandes industriais. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido a mais de 5.000 famílias, contribuindo significativamente para a estabilidade e o desenvolvimento da região.
O 6º TABELIONATO DE NOTAS, com sua localização estratégica na Rua K, 22, Setor Oeste, é um símbolo da cidadania e da organização em Goiânia. Ao longo dos anos, o cartório se tornou um local de encontro, de consulta e de apoio para aqueles que precisavam de assistência jurídica e administrativa. Acreditamos que o cartório tem desempenhado um papel fundamental na preservação da história e da cultura de Goiânia, registrando e preservando documentos que contam a trajetória da cidade. Apesar das mudanças tecnológicas e da evolução das leis, o cartório continua a ser um pilar da administração pública e um importante instrumento de segurança jurídica para a população de Goiânia.