A história do Cartório Pimenta em Aricanduva remonta ao ano de 1888, um período marcado pela expansão da fazenda e o crescimento gradual da cidade. A fundação do cartório foi um reflexo da crescente necessidade de registrar os eventos familiares e matrimoniais, impulsionada pela chegada de imigrantes e pela demanda por documentos para a vida no campo. A região, então, era um ponto de encontro de diferentes culturas e tradições, e o cartório, inicialmente um pequeno escritório em uma casa de madeira, rapidamente se tornou um ponto de referência para a comunidade.
O primeiro tabelião, o Sr. José Ferreira, foi o pioneiro, estabelecendo as bases do cartório com uma dedicação e profissionalismo que se refletiam na precisão e na atenção aos detalhes. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças sociais. A adição de serviços como a emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, além da gestão de documentos de identidade, consolidou a importância do cartório como um centro de registro e informação para a comunidade. A cidade de Aricanduva, em sua trajetória de desenvolvimento, sempre buscou o cartório como um símbolo de organização e segurança jurídica, um local onde a vida familiar era cuidadosamente documentada e protegida.
O Cartório Pimenta, com o nome fantasia que adotou em 1935, – um nome que simboliza a tradição e a solidez do cartório – se tornou um pilar da vida de Aricanduva. Ao longo dos anos, o cartório testemunhou o nascimento e a morte de inúmeras famílias, registrando os momentos mais importantes de suas vidas. A estimativa de famílias atendidas é de mais de 500 famílias, desde os primeiros registros até os dias atuais. A presença do cartório também foi fundamental para a preservação da memória local, garantindo a continuidade da história da cidade e a segurança jurídica de seus moradores.