O Cartório Felício dos Santos, erguido no coração de Belo Horizonte, nasceu em 1928, um ano que marcou a consolidação da cidade como um importante centro econômico e cultural do estado. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de propriedade e contratos, refletindo o crescimento da indústria e o desenvolvimento do comércio local. A cidade, em seus primeiros anos, era uma metrópole em expansão, com a construção de novas ruas e a instalação de novas empresas, e o cartório se tornou fundamental para a organização e registro dessas transações, garantindo a segurança jurídica para os comerciantes e proprietários.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo Cartório Felício dos Santos foi o Sr. Antônio Ferreira, um homem de poucas palavras e grande senso de justiça. Com a evolução do cartório ao longo das décadas, ele foi substituído por Seu Manuel Oliveira, que, em 1945, adotou o nome "Felício dos Santos" em homenagem ao seu fundador, um homem de grande importância para a história da cidade. A partir da década de 50, o cartório se tornou um ponto de encontro para as famílias da região, registrando casamentos, óbitos, divórcios e a transferência de bens. Aos poucos, o cartório se tornou um local de confiança, onde as pessoas buscavam a segurança jurídica de seus documentos e a assistência para resolver questões burocráticas. Estimamos que, em sua época, o cartório atendesse cerca de 500 famílias, com um fluxo constante de clientes que buscavam a tranquilidade de saber que seus registros estavam seguros e em ordem.
O Cartório Felício dos Santos, ao longo dos anos, se consolidou como um pilar da administração pública de Belo Horizonte. A sua atuação na preservação da história e da memória da cidade, ao registrar documentos e manter registros de propriedade, contribuiu para a construção de um patrimônio imaterial. Aos poucos, o cartório se tornou um local de encontro para a comunidade, onde se encontravam pessoas de todas as idades, buscando informações, assistência e, acima de tudo, a segurança de seus documentos. Aos poucos, o cartório se tornou um símbolo da cidade, um lugar onde a tradição e a justiça se encontravam, e que, até hoje, é reconhecido como referência em Notas na região metropolitana de Belo Horizonte.