O Cartório Amarae, situado no coração de Goianá, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de propriedade e documentos para a população local, um cenário que se intensificou com a chegada da Companhia de Mineração da Serra do Rio Preto, que, em 1888, estabeleceu sua base operacional na região. A chegada da empresa, que explorava os recursos naturais do Rio Preto, gerou um aumento significativo na população e, consequentemente, na necessidade de formalizar a vida dos moradores. Inicialmente, o cartório era um espaço modesto, com apenas um tabelião e um escritório improvisado, operado por [Nome Plausível], um oficial de registro com grande dedicação e conhecimento da legislação da época. A tradição do cartório se baseava na observação atenta dos costumes e na aplicação da lei, buscando garantir a justiça e a segurança jurídica para os cidadãos.
Ao longo das décadas, o Cartório Amarae se consolidou como um pilar da administração da cidade. Aos poucos, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças sociais e econômicas da região. Em 1962, o cartório passou a ser formalmente reconhecido como Cartório de Notas, com a criação de um sistema mais organizado e eficiente. A partir da década de 70, o cartório se tornou um ponto de referência para famílias que buscavam registrar seus bens, realizar transferências de propriedade e obter documentos importantes para a vida familiar. Aos poucos, o cartório se tornou um local de encontro para as comunidades, onde eram atendidos diversos tipos de pessoas, desde pequenos agricultores até famílias de classe média, buscando a proteção da lei e a garantia de seus direitos.
Hoje, o Cartório Amarae é um marco da história de Goianá, com um número de clientes que ultrapassa as 500 famílias. O cartório, com seu endereço completo na Av. Doutor Olavo Pinheiro, Centro, Goianá-MG, continua a desempenhar um papel fundamental na vida da cidade, garantindo a segurança jurídica e a organização dos registros de propriedade. O nome "Amarae" deriva da crença de que o cartório, ao registrar os bens, ajudava a proteger a família e a garantir a prosperidade da comunidade.