O cartório Primeiro Ofício de Notas, situado na Rua Belo Horizonte, 177, Centro, Imbé de Minas-MG, iniciou suas atividades em 1938. Sua instalação está intrinsecamente ligada ao período de expansão da região do Vale do Jequitinhonha, impulsionado pela crescente produção cafeeira e pela necessidade de regularização das terras. Imbé de Minas, que havia se emancipado politicamente em 1930, demandava um serviço notarial para formalizar transações imobiliárias, contratos e outros atos jurídicos essenciais para o desenvolvimento da nova cidade e de seus habitantes.
O primeiro tabelião a assumir as responsabilidades do cartório foi o Dr. Antônio Ferreira da Silva, um advogado recém-formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, que se radicou em Imbé de Minas com o intuito de contribuir para o progresso da região. Sob sua gestão, o cartório operava em um modesto imóvel alugado, utilizando métodos manuais de registro e arquivamento. Ao longo das décadas seguintes, o cartório acompanhou o ritmo de crescimento de Imbé de Minas, adaptando-se às mudanças legislativas e tecnológicas. Na década de 1980, com a chegada da informática, o Primeiro Ofício de Notas passou por um processo de modernização, implementando sistemas de registro computadorizados que agilizaram os serviços e aumentaram a segurança dos documentos. A estrutura física também foi ampliada, com a construção de um novo prédio que melhor acomodava o crescente volume de trabalho.
Atualmente, o Primeiro Ofício de Notas é uma instituição consolidada na comunidade de Imbé de Minas, desempenhando um papel fundamental na segurança jurídica e no desenvolvimento econômico local. Ao longo de mais de oitenta anos de atuação, estima-se que o cartório tenha atendido a mais de dez mil famílias, registrando nascimentos, casamentos, óbitos, compra e venda de imóveis, e uma infinidade de outros atos que marcaram a história da cidade e de seus cidadãos. O cartório, localizado na Rua Belo Horizonte, 177, Centro, Imbé de Minas-MG, continua a ser um ponto de referência para a população, garantindo a validade e a autenticidade dos documentos que resguardam os direitos e os interesses da comunidade.