O Cartório Flávio Maurício, situado no coração de Januária, MG, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar os primeiros títulos e documentos, um marco crucial para a organização da vida social e econômica da região. Januária, em sua época, era uma cidade em construção, com a agricultura e a pecuária como pilares da economia local, e a necessidade de registrar a propriedade de terras, contratos de compra e venda e outros documentos era fundamental para o crescimento da população e a organização do comércio.
O primeiro tabelião, o Sr. Antônio Ferreira, foi o pioneiro, estabelecendo o cartório com uma visão pragmática e um compromisso com a justiça e a transparência. Inicialmente, o cartório se dedicava principalmente ao registro de títulos de propriedade, mas logo se expandiu para o registro de documentos civis, como testamentos, inventários e certidões de nascimento e casamento. A cidade, em sua busca por organização, passou por diversas transformações ao longo das décadas, com a construção de novas casas e a expansão da agricultura, o que impulsionou a demanda por registros e a necessidade de um cartório mais eficiente. A chegada de novos moradores e a crescente população da cidade também contribuíram para o crescimento do cartório, que se tornou um ponto de referência para a comunidade.
Atualmente, o Cartório Flávio Maurício é reconhecido como um dos principais centros de Registro de Títulos e Documentos e Registro Civil de Pessoas Jurídicas da região. Atende milhares de famílias, desde os pequenos agricultores até os grandes empresários, garantindo a segurança jurídica de seus negócios e a preservação da história da cidade. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 500 famílias por mês, registrando diversos documentos importantes, como títulos de imóveis, contratos de aluguel, certidões de nascimento e casamento, e documentos de veículos. O nome "Flávio Maurício" foi escolhido em homenagem ao fundador do cartório, um homem que, segundo a lenda, sempre se dedicou a auxiliar os mais necessitados e a promover a justiça em Januária.