O Cartório da Jane, erguido em Juvenília, em 1938, foi a semente de um importante instrumento de organização e segurança para a cidade. A fundação do cartório foi precedida por um período de crescimento lento, marcado pela expansão da agricultura e da pecuária na região. A cidade, em sua fase inicial, era um pequeno vilarejo, dependente da produção de grãos e, consequentemente, da regularização de seus laços com o governo. A chegada de imigrantes europeus, principalmente da Itália, impulsionou a economia local e, com ela, a necessidade de um registro formal de propriedades, um desafio que o cartório da época, liderado pelo Sr. Antônio Rossi, resolveu com determinação.
O Sr. Antônio Rossi, um homem de poucas palavras e muita experiência, foi o primeiro tabelião a assumir a responsabilidade do cartório. Inicialmente, o escritório era pequeno, com apenas um funcionário e um pequeno espaço. A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por adaptações e aprimoramentos. A década de 50 viu a introdução de novas tecnologias, como a utilização de computadores para a organização de documentos e a implementação de um sistema de controle de acesso mais rigoroso. A cidade, em sua busca por desenvolvimento, investiu em infraestrutura, e o cartório se tornou um ponto de referência para a população, auxiliando na resolução de conflitos de propriedade e garantindo a segurança jurídica dos moradores.
Hoje, o Cartório da Jane é um marco na história de Juvenília, reconhecido como o principal responsável pelo Registro de Imóveis da cidade. Atualmente, o cartório conta com uma equipe de aproximadamente 20 funcionários, que atendem a mais de 500 famílias e gerações. A comunidade local valoriza o cartório como um símbolo de organização e segurança, um local onde a confiança e a transparência são fundamentais. A história do cartório é uma prova do trabalho árduo e da dedicação de seus colaboradores, que, ao longo de mais de 80 anos, contribuíram para a construção de um futuro mais seguro e próspero para Juvenília.