O cartório Cartório de Protesto de Manhuaçu, situado na Rua Monsenhor Gonzalêz, 472 Sala 01, Centro, Manhuaçu-MG, nasceu em 1938, um ano que marcou a chegada da cidade ao horizonte do Brasil. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de regularizar a propriedade de terras e títulos de propriedade, um cenário que se intensificou com a expansão da agricultura e pecuária na região. A cidade, então, era um pequeno núcleo rural, com a principal atividade econômica sendo a produção de café e, posteriormente, a pecuária. A chegada da Companhia de Engenharia de Minas, em 1945, trouxe consigo a necessidade de registrar a posse de terras e a criação de títulos de propriedade, o que impulsionou a criação do cartório e a necessidade de um sistema de registro mais formalizado.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. Antônio Ferreira de Souza, um homem de pouca experiência, mas com uma forte crença no poder da justiça e na importância de garantir a segurança jurídica para os proprietários. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças econômicas e sociais da região. A década de 1960 viu o surgimento de um sistema de registro mais eficiente, com a introdução de novas tecnologias e a ampliação da equipe de agentes. A partir da década de 1980, o cartório se consolidou como um importante instrumento de proteção aos direitos de propriedade, atendendo um número crescente de famílias e gerações que dependiam da regularização de seus bens. Atualmente, o Cartório de Protesto de Títulos de Manhuaçu conta com uma equipe de aproximadamente 20 agentes, que atuam em diversas áreas, desde a análise de documentos até a realização de protestos e a orientação jurídica dos clientes.
O Cartório de Protesto de Manhuaçu desempenha um papel fundamental na comunidade de Manhuaçu, sendo um ponto de referência para aqueles que buscam regularizar seus títulos de propriedade e garantir a segurança jurídica de seus bens. Ao longo dos anos, o cartório já atendiu milhares de famílias, auxiliando na resolução de conflitos de propriedade, na obtenção de financiamentos e na proteção de seus direitos. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 500 famílias por mês, com um volume de protestos que se mantém constante, refletindo a importância da sua atuação na vida da cidade.