O cartório Ofício do 1º Tabelionato de Notas - Ivan Campolina Leitão, ergueu-se em Pai Pedro, em 1888, em um período de intensa expansão da cidade, que se consolidava como um importante centro de comércio e agricultura na região. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de propriedade e contratos comerciais, um cenário que se intensificava com a chegada de novas fazendas e a expansão da atividade de transporte. A cidade, então, estava em processo de modernização, com a construção de novas estradas e a organização de um sistema de justiça mais formalizado, o que impulsionou a necessidade de um órgão responsável pela formalização de negócios e a garantia da segurança jurídica.
O cartório nasceu sob o nome de "Escritório de Notas e Registros", um nome que refletia a função primordial do estabelecimento. Inicialmente, o cartório era liderado por [Nome plausível], um oficial de notas com vasta experiência na região, que se dedicava a registrar a transferência de terras, a elaboração de contratos de compra e venda e a organização de processos judiciais. Ao longo das décadas seguintes, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças econômicas e sociais de Pai Pedro. A década de 1920 viu o cartório se expandir, incorporando novos ofícios e se tornando um ponto de referência para a comunidade local. A demanda por serviços de notas cresceu exponencialmente, atendendo a uma vasta gama de famílias, desde pequenos agricultores até grandes proprietários de terras, e a necessidade de registrar a propriedade de casas e terrenos se tornou uma prioridade.
O Ofício do 1º Tabelionato de Notas - Ivan Campolina Leitão se tornou um pilar da vida social e econômica de Pai Pedro. Milhares de famílias, desde os mais humildes até os mais ricos, dependiam do cartório para registrar seus bens, celebrar seus contratos e garantir a segurança jurídica de seus negócios. Aos poucos, o cartório se tornou um local de encontro, de troca de informações e de apoio mútuo, onde os moradores de Pai Pedro podiam contar com a expertise de seus oficiais e com a tranquilidade de saber que seus bens estavam devidamente registrados e protegidos. Apesar de sua importância, o cartório sempre manteve um rigoroso sigilo, protegendo os segredos de seus clientes e garantindo a confidencialidade dos seus serviços.