O Cartório Clarice Augusta de Sá, situado no coração de Passabém, MG, data sua a ser estabelecida em 1938, foi o resultado de um sonho e de um esforço conjunto de moradores da cidade. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de nascimento, casamento e óbito, um cenário que se intensificava com a expansão da agricultura e da pecuária na região. Passabém, em sua época, era uma cidade em desenvolvimento, com a construção de novas casas e a chegada de famílias de diversas regiões, o que gerava um fluxo crescente de documentos e a necessidade de um local para formalizar esses registros.
O primeiro tabelião, o Sr. José Antônio Ferreira, foi o pioneiro, atuando com uma dedicação e um conhecimento da legislação local que se estendiam a toda a região. Sua atuação, embora modesta no início, foi fundamental para estabelecer as bases do cartório. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças na legislação. Aos poucos, o cartório se consolidou como um ponto de referência para a comunidade, oferecendo serviços essenciais para famílias que buscavam segurança jurídica em seus relacionamentos e para aqueles que precisavam registrar seus dados importantes.
Em 1968, o cartório recebeu o nome "Clarice Augusta de Sá", em homenagem à figura da primeira esposa do fundador, uma mulher que, segundo as lendas locais, era conhecida por sua sabedoria e generosidade. A mudança de nome simbolizava a expansão do cartório e a sua crescente importância para a vida social e econômica da cidade. Ao longo dos anos, o cartório se tornou um centro de referência para diversas áreas, como a emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, além de auxiliar em processos de interdição e tutela. A estimativa atual de famílias atendidas pelo cartório é de mais de 500 famílias, com um número significativo de casamentos e nascimentos registrados, consolidando-o como um pilar fundamental da administração pública de Passabém.