O cartório 2º TABELIONATO DE NOTAS E PROTESTO DE TÍTULOS, erguido em Pitangui, Minas Gerais, data sua a ser definida em torno de 1938, representa um marco na história da cidade e na consolidação do sistema de registro de bens e direitos na região. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por documentos e registros, especialmente em um período de expansão da agricultura e do comércio local. A cidade, em sua fase inicial, era um pequeno núcleo rural, com a economia baseada na pecuária e na produção de grãos. A chegada de novos imigrantes de outras regiões, principalmente do Rio de Janeiro, trouxe consigo a necessidade de formalizar a propriedade de terras e a transferência de bens, impulsionando a demanda por serviços de registro de títulos.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira da Silva, um homem de pouca experiência, mas com uma forte crença no poder da lei e na importância de garantir a segurança jurídica para os proprietários. A partir de então, o cartório evoluiu gradualmente, incorporando novas técnicas e ferramentas para a gestão de seus processos. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças sociais e econômicas da região. A década de 1960 foi um período de grande importância para o cartório, com a implementação de um sistema de controle de documentos mais rigoroso, que permitiu a consolidação de um registro mais completo e confiável de todos os bens e direitos da cidade. A criação de um sistema de avaliação de títulos, baseado em critérios técnicos e em um sistema de notas, permitiu um controle mais eficiente da propriedade e a prevenção de fraudes.
Hoje, o 2º TABELIONATO DE NOTAS E PROTESTO DE TÍTULOS é um dos cartórios mais importantes de Pitangui, atendendo milhares de famílias e gerando empregos para a comunidade. A instituição desempenha um papel fundamental na garantia da segurança jurídica para os proprietários, na resolução de conflitos e na promoção do desenvolvimento econômico da região. Desde a sua instalação, o cartório tem sido um ponto de encontro para famílias que buscam registrar seus bens, para empresas que precisam formalizar seus negócios e para pessoas que desejam garantir a segurança de seus patrimônios. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido mais de 5.000 famílias, com um volume de trabalho que se mantém constante, garantindo a segurança jurídica e a preservação do patrimônio de seus clientes.