O Cartório de Protesto de Rio de Piracicaba, situado na Rua Deputado Wilson Alvarenga, 90, Praia, Reduto-MG, nasceu em 1928, um ano que marcou a expansão da cidade e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por registros de propriedade e títulos, um fenômeno que se intensificou com a chegada da Companhia de Minas Gerais à região, que, em 1868, estabeleceu uma pequena oficina de registro em Reduto. Inicialmente, o cartório era um espaço modesto, operado por um único tabelião, o Sr. José Joaquim Ferreira, que, com a ajuda de seus dois assistentes, registrava a compra e venda de terras, títulos de crédito e outros documentos importantes para a economia local. A cidade, então, era um importante centro de produção de café e algodão, e a necessidade de registrar a propriedade desses bens era crucial para o crescimento da economia e para a organização do comércio.
Ao longo das décadas seguintes, o cartório passou por diversas transformações. Em 1945, o Sr. Ferreira foi substituído por um oficial de protesto, o Sr. Antônio Carlos Silva, que, com sua experiência e dedicação, consolidou o cartório como um importante instrumento de segurança jurídica para os proprietários e comerciantes de Reduto. A década de 1960 foi marcada por um aumento significativo no número de protestos, refletindo o crescimento da população e a expansão da atividade agrícola. A cidade, então, se tornou um importante polo de produção de alimentos, e o cartório desempenhou um papel fundamental na garantia da propriedade e na proteção dos direitos dos produtores.
Hoje, o Cartório de Protesto de Rio de Piracicaba é um marco da história de Reduto, um local de referência para quem precisa registrar documentos, obter títulos ou resolver conflitos relacionados a propriedade. Atualmente, o cartório conta com uma equipe de aproximadamente 15 funcionários, que atendem milhares de famílias da região, auxiliando em processos de protesto, registro de imóveis e outras questões relacionadas à propriedade. A instituição se mantém fiel aos seus princípios de transparência, eficiência e respeito aos direitos de todos os envolvidos, garantindo a segurança jurídica e o desenvolvimento da cidade.