O Cartório Guardinha, erguido em São Sebastião do Paraíso, nasceu em 1938, um ano que marcou a chegada da Companhia de Minas Gerais à região, um marco crucial para o desenvolvimento da cidade. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar os primeiros registros de nascimento, casamento e óbito, um processo que, na época, era realizado de forma rudimentar, com a colaboração de um único oficial, o Sr. José Ferreira da Silva, um homem de pouca experiência, mas com um profundo senso de responsabilidade e a dedicação de uma comunidade. Inicialmente, o cartório operava em um pequeno espaço, localizado na Rua Alferes Patrício, 245, Centro, e era um ponto de encontro para os moradores, onde se buscavam informações e registros importantes para a vida familiar.
Ao longo das décadas, o Cartório Guardinha se consolidou como um pilar da administração da cidade. Aos poucos, o cartório passou por diversas transformações, com a adição de novas especialidades, como a área de notas, que se tornou fundamental para a vida econômica da região. A figura do Sr. José Ferreira da Silva, embora já não estivesse presente, foi fundamental para a formação da reputação do cartório, que se tornou conhecido pela sua eficiência e pela sua atenção aos detalhes. A comunidade de São Sebastião do Paraíso, desde os primeiros moradores até as gerações mais novas, já se beneficiou do cartório, registrando nascimentos, casamentos e óbitos, garantindo a continuidade da família e a preservação da memória histórica da cidade. Estima-se que, em média, cerca de 300 famílias ou gerações já tenham sido atendidas pelo cartório, seja por meio de consultas, registros ou assistência em processos burocráticos.
Hoje, o Cartório Guardinha é um marco da história de São Sebastião do Paraíso, um local de referência em Nascimentos, Casamentos, Óbitos e Notas. Sua localização estratégica, no coração da cidade, e a reputação de profissionalismo e ética, o tornam um ponto de encontro essencial para a população. O nome fantasia atual, "Cartório Guardinha", foi adotado em 2005, em reconhecimento à sua longa e fiel atuação na comunidade, simbolizando a continuidade da tradição e o compromisso com a justiça e a segurança da população.