O cartório OFÍCIO DO REGISTRO CIVIL, TÍTULOS E DOCUMENTOS E PESSOAS JURÍDICAS, situado no endereço Pç. Anita Garibaldi, 175, Centro, Urussanga-SC, iniciou suas atividades em 1938, um ano que marcou a chegada da cidade de Urussanga ao cenário da região. A fundação da cidade, que se desenvolveu a partir da exploração do café e da crescente demanda por serviços administrativos, impulsionou a necessidade de um órgão responsável pelo registro de documentos e pela organização da vida social. Inicialmente, o cartório foi denominado “Registro de Urussanga”, um nome que refletia a importância da cidade para a região e a crescente importância de registrar os eventos que a moldavam.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. José Ferreira da Silva, um homem de pouca experiência, mas com uma profunda crença no poder da justiça e na importância de registrar a vida das pessoas. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças sociais. A década de 1960 viu o surgimento de um sistema mais moderno de registro, com a introdução de novas tecnologias e a ampliação das atividades do cartório. A criação de um sistema de informática, embora inicialmente limitado, representou um marco importante, permitindo o registro de documentos de forma mais rápida e eficiente. A partir da década de 1980, o cartório passou a se especializar em áreas como o registro de títulos de propriedade, como terrenos e imóveis, e o registro de empresas, consolidando sua posição como referência na região.
O cartório de Urussanga se tornou um pilar da comunidade, atendendo a uma vasta gama de pessoas. Desde as primeiras famílias que se estabeleceram na cidade, até os dias atuais, o cartório tem sido fundamental para a vida de inúmeras gerações. Muitas famílias se formaram em Urussanga, e o cartório, com sua atuação constante, foi o responsável por registrar os primeiros nascimentos, casamentos e óbitos, garantindo a continuidade da história familiar e a preservação da memória coletiva. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido a mais de 5.000 famílias, registrando a trajetória de vida de milhares de pessoas, desde os primeiros registros de nascimento até a morte, e o registro de diversos títulos e documentos, como escrituras, alvarás e certidões.