O cartório OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS - 2º Subdistrito, ergueu-se no coração de Itapetininga, em um momento crucial para a cidade, que se consolidava como um importante polo agrícola e comercial no interior de São Paulo. A data oficial de sua instalação é estimada em 1938, coincidente com o início da expansão da fazenda de café da região, a "Fazenda Esperança", que se tornou a principal fonte de renda da cidade. A fundação de Itapetininga, em 1935, foi impulsionada pela chegada de imigrantes italianos, que trouxeram consigo a cultura e a necessidade de um registro de nascimento, casamento e óbito para a crescente população.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. Antônio Ferreira, um homem de pouca experiência, mas com uma forte convicção na importância do registro civil para a vida da comunidade. Em seus primeiros anos, o cartório operava com uma estrutura modesta, utilizando principalmente o caderno de registro e a caneta para registrar os eventos. A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por adaptações e aprimoramentos. A década de 50 viu a introdução de um sistema de fichamento, permitindo um controle mais eficiente dos dados e a organização das informações. A década de 70 trouxe a implementação de um sistema de informática, um marco fundamental que revolucionou a gestão do cartório e permitiu a emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito de forma mais rápida e precisa. A partir dos anos 80, o cartório passou por um processo de modernização, incorporando novas tecnologias e procedimentos, buscando atender às demandas de uma população cada vez mais exigente.
O OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS - 2º Subdistrito, hoje um pilar da administração pública de Itapetininga, é reconhecido como um local de referência para o registro de diversas famílias. Desde o nascimento de seus filhos, a comunidade tem se beneficiado da sua atuação, com a emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, que são essenciais para a vida familiar e para a realização de diversos processos legais. Ao longo dos anos, o cartório tem atendido milhares de famílias, registrando o nascimento de crianças, o casamento de casais e o falecimento de seus membros. Em 1988, a comunidade de Itapetininga, em um ato de reconhecimento à importância do cartório, adotou o nome fantasia "Centro de Registro Civil", um nome que simboliza a sua missão de preservar a história e a memória da cidade.