O Cartório de Registro de Imóveis e Anexos, situado no coração de Jaboticabal, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por documentos e registros para a população local, que se expandia rapidamente em direção ao interior de São Paulo. A cidade, então, era um importante centro de agricultura e pecuária, e a necessidade de garantir a segurança jurídica dos negócios e a propriedade da terra era fundamental para o crescimento econômico. Inicialmente, o cartório era um pequeno estabelecimento, com o primeiro tabelião, Seu Antônio Ferreira, atuando como oficial, registrando apenas alguns títulos básicos como escrituras e certidões de nascimento e casamento. A tradição do cartório era marcada pela atenção aos detalhes e pela confiança depositada pelos moradores, que buscavam a segurança jurídica em cada ato. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e aos avanços da legislação. A década de 1960 viu a introdução de novas áreas de atuação, como o registro de títulos e documentos, consolidando o cartório como um centro de referência para a cidade.
Em 1975, o cartório recebeu o nome atual, Cartório de Registro de Imóveis e Anexos, um nome que refletia a abrangência de suas atividades. A partir daí, o cartório se consolidou como um pilar da administração pública de Jaboticabal, atuando como um importante instrumento de proteção aos direitos dos proprietários e moradores. Ao longo dos anos, o cartório atendia uma vasta gama de famílias, desde os pequenos agricultores até os grandes empresários, registrando a transferência de propriedades, a celebração de contratos de aluguel e a realização de processos de regularização de imóveis. A população de Jaboticabal, que se estabeleceu na região, confiava no cartório para garantir a segurança de seus bens e a proteção de seus direitos. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido mais de 5.000 famílias, com um volume de trabalho que se manteve constante, registrando um número significativo de documentos e garantindo a segurança jurídica para a comunidade.