A história do OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERIÇÕES E TUTELAS, um pilar fundamental da administração da cidade de Itororó, remonta a um período que se inicia em 1938, com a fundação do município. A data exata do início das atividades do cartório é um tanto nebulosa, mas a região de Itororó, em plena expansão agrícola e com o crescimento da população, necessitava de um registro formal de eventos importantes. A cidade, então, era uma pequena vila de fazendeiros e artesãos, com uma economia baseada na produção de algodão e café. A chegada de imigrantes europeus, principalmente de Portugal e Espanha, impulsionou o desenvolvimento da região, atraindo trabalhadores e, consequentemente, aumentando a demanda por registros de nascimento, casamento e óbito.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. Manuel Ferreira, um homem de pouca experiência, mas com uma forte convicção em sua missão de garantir a segurança jurídica das relações familiares. Aos poucos, o cartório evoluiu, incorporando novas técnicas e ferramentas, mas mantendo a tradição de registrar os eventos mais importantes da vida dos cidadãos. Aos poucos, o cartório se consolidou como um importante instrumento de organização e informação para a comunidade. Ao longo das décadas seguintes, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças sociais e econômicas da região. A década de 1960 foi marcada por um aumento significativo na demanda por registros de óbito, refletindo o crescimento populacional e a crescente importância da família como unidade social.
O OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERIÇÕES E TUTELAS, hoje, é um marco na história de Itororó. Atualmente, o cartório atende a mais de 5.000 famílias, registrando com precisão e eficiência os eventos mais relevantes da vida de seus habitantes. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido, em média, 80% das famílias da região, oferecendo um serviço essencial para a preservação da memória familiar e para a garantia de direitos e deveres. A presença do cartório é um símbolo da identidade de Itororó, um local onde a história e a justiça se encontram, e onde a comunidade se sente segura e protegida.