O cartório Serventia Extrajudicial Única de Jatobá, um pilar da administração de justiça e registro em Jatobá, nasceu em 1938, um ano que marcou a expansão da cidade de cerca de 15% em relação ao ano anterior. A fundação do cartório foi impulsionada pela crescente demanda por serviços de registro de bens e documentos, um fenômeno que se intensificou com o desenvolvimento da agricultura e da indústria na região. A cidade de Jatobá, então, era um importante polo de produção de grãos e, consequentemente, um local de intensa atividade comercial e, por extensão, de movimentação de bens e direitos.
O primeiro tabelião a assumir a responsabilidade pelo cartório foi o Sr. Antônio Ferreira, um homem de poucas palavras e grande senso de responsabilidade. Inicialmente, o cartório operava com uma estrutura modesta, atendendo principalmente a população local, com foco em notas e protestos de títulos. A evolução do cartório ao longo das décadas foi marcada por adaptações e aprimoramentos. A década de 50 viu a introdução de um sistema de registro de imóveis, um marco importante que permitiu a regularização de terrenos e propriedades, consolidando o cartório como um agente fundamental na segurança jurídica da cidade. A década de 70 trouxe a criação de um sistema de registro de documentos, expandindo ainda mais as atividades do cartório e tornando-o um centro de referência para diversos setores da comunidade.
Hoje, o Serventia Extrajudicial Único de Jatobá é um centro de referência em diversas áreas. A família de tabeliães, que se mantém ativa desde 1938, continua a prestar serviços de Notas, Protesto de Títulos, Registro Civil das Pessoas Jurídicas, Registro Civil das Pessoas Naturais, Registro de Distribuição, Registro de Imóveis, Registro de Imóveis e Títulos e Documentos, Registro de Títulos e Documentos, atendendo milhares de famílias da região e contribuindo para a preservação da história e da identidade de Jatobá. A cidade, que antes era um pequeno vilarejo, hoje se beneficia da expertise e da organização do cartório, que se mantém como um importante instrumento de segurança jurídica e um elo vital entre a população e a administração da justiça.