A história do Cartório Carlos de Azevedo em Aricanduva remonta ao final do século XIX, em 1888. A cidade, então ainda em seus primórdios, enfrentava desafios de crescimento e a necessidade de registrar os primeiros registros de nascimento, casamento e óbito. A chegada de um oficial de registro, o Sr. José Ferreira da Silva, foi o ponto de partida. Inicialmente, o cartório operava em uma pequena sala de escritório, um espaço modesto no centro da cidade, com a responsabilidade de registrar os primeiros registros, principalmente para a população rural e os trabalhadores rurais. Aos poucos, o cartório se expandiu, com a adição de um escritório maior e a contratação de auxiliares, consolidando-se como um importante instrumento de organização e registro da vida familiar na região.
O nome "Carlos de Azevedo" foi escolhido em homenagem ao rico histórico da cidade, que se originava da região de Azevedo, um importante setor agrícola. A cidade, que se desenvolveu a partir da mineração e da agricultura, sempre buscou fortalecer sua identidade e registrar seus cidadãos. O cartório, ao longo das décadas, passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população e às mudanças sociais. Aos poucos, o cartório se tornou um ponto de referência para a comunidade, oferecendo serviços essenciais para famílias que buscavam registrar seus laços familiares e garantir a segurança jurídica de seus bens. A partir de 1920, o cartório passou a se destacar pela sua expertise em questões de nascimento, com a criação de um sistema de registro mais rigoroso e a contratação de um sistema de arquivamento mais eficiente.
Hoje, o Cartório Carlos de Azevedo é um dos cartórios mais importantes da região, com um vasto acervo de documentos e uma equipe de profissionais qualificados. Atende milhares de famílias da região, registrando nascimentos, casamentos, óbitos, interdições e tutelas, além de auxiliar em processos judiciais. A localização, Rua Dom Elizeu, 393, Centro, Aricanduva-MG, é um símbolo da história e da tradição do cartório, que continua a desempenhar um papel fundamental na vida de Aricanduva e de seus habitantes.