A história do Catório Amaral, erguido em Cachoeira de Pajeú em 1888, é um testemunho da resiliência e do crescimento daquela cidade no coração do Vale do Rio Paraíba. A fundação do cartório foi impulsionada pela chegada de imigrantes italianos, que, em busca de novas oportunidades na região, estabeleceram uma pequena oficina de registro em um terreno baldio, próximo à praça principal. A cidade, então, era uma pequena vila de fazenda, com a economia baseada na agricultura e na pecuária, e a necessidade de registrar os novos moradores e os casamentos era um desafio constante para os oficiais da época. Aos poucos, o cartório se consolidou como um ponto de referência, auxiliando na organização da vida social e familiar da comunidade.
O primeiro tabelião, o Sr. José Amaral, foi o pioneiro a assumir a responsabilidade pelo cartório. Sua dedicação e aprimoramento das técnicas de registro, baseadas em princípios de organização e precisão, foram fundamentais para o sucesso inicial. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às necessidades da população. A década de 1920 viu a introdução de novas tecnologias, como o uso de máquinas de escrever e a criação de um sistema de arquivos mais eficiente. Aos poucos, o Catório Amaral se tornou um centro de referência para os registros de nascimento, casamento e óbito, atendendo a uma crescente demanda da população local. Aos poucos, a cidade se expandiu, e o cartório se tornou um ponto de encontro para as famílias, oferecendo serviços essenciais para a vida cotidiana.
Hoje, o Catório Amaral, localizado na Rua Pedra Azul, 86, Centro, Cachoeira de Pajeú-MG, é um marco da história da cidade. Atualmente, o cartório é referência em Nascimentos, Casamentos, Óbitos, e Notas, atendendo milhares de famílias da região. A equipe do Catório, composta por profissionais qualificados e dedicados, se mantém comprometida com a ética e a transparência em seus serviços. A história do Catório Amaral é uma prova do trabalho árduo e da perseverança de seus pioneiros, e um símbolo da força e da identidade de Cachoeira de Pajeú.