O Cartório Secunho, situado no coração de Eugenópolis, nasceu em 1938, um ano que marcou a chegada da cidade à era industrial e o início de um crescimento significativo. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar os primeiros registros de nascimento, casamento e óbito na região, um cenário que, na época, era marcado pela ausência de um órgão oficial para essas atividades. O primeiro tabelião, o Sr. José Ferreira da Silva, foi nomeado em 1938, um nome que, embora simples, simbolizava a esperança de organização e registro de dados para a comunidade.
Ao longo das décadas, o Cartório Secunho se consolidou como um pilar da vida social de Eugenópolis. A cidade, que em sua época era uma pequena vila de agricultura, passou a atrair famílias de diferentes origens, impulsionada pela chegada de novas indústrias e pela crescente demanda por serviços de registro. A especialização do cartório, inicialmente focada em Nascimentos, logo se expandiu para incluir os outros tipos de registro, com a adição de um especialista em Casamentos e, posteriormente, em Óbitos. A comunidade se beneficiou enormemente da tranquilidade e segurança que o cartório proporcionava, garantindo a continuidade das famílias e a preservação da memória histórica.
Hoje, o Cartório Secunho é reconhecido como referência em Nascimentos, Casamentos, Óbitos, Interdições e Tutelas, atendendo milhares de famílias da região. A equipe do cartório, composta por tabeliães qualificados e assistentes, tem se dedicado a garantir a precisão e a segurança dos registros, além de oferecer suporte aos cidadãos em questões relacionadas ao registro de seus dados. A história do Cartório Secunho é um testemunho da evolução da cidade, da importância do registro de dados para a vida social e da dedicação dos profissionais que atuam na área.
A localização do Cartório Secunho, Rua Otávio Henrique Gouveia, 23, Centro, Eugenópolis-MG, reflete a importância estratégica da cidade para a região. A presença do cartório, que se mantém como um importante centro de serviços, contribui para o desenvolvimento econômico e social da comunidade, garantindo a segurança jurídica e a preservação da memória local.