O cartório 2º TABELIONATO DE NOTAS, situado no endereço Pç. Felix Martins , 93, Centro, Leme do Prado-MG, nasceu em 1938, um ano que marcou a chegada da cidade à era industrial e o início de um crescimento significativo. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar as transações comerciais e imobiliárias da região, um cenário em expansão na década de 1930, com a instalação da Companhia de Mineração do Rio da Prata, que impulsionou a economia local e atraiu novos moradores.
O primeiro tabelião, o Sr. José Ferreira, foi o pioneiro, estabelecendo as bases do cartório com uma abordagem simples e pragmática. Inicialmente, o cartório se dedicava principalmente a registrar escrituras de compra e venda de terras e propriedades rurais, um serviço essencial para a agricultura e a expansão da fazenda. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças econômicas e sociais da região. A década de 50 viu a introdução de novas modalidades de registro, como a transferência de direitos reais, e o cartório se tornou um ponto de referência para a comunidade local.
Em 1975, o cartório recebeu o nome de 2º TABELIONATO DE NOTAS, um nome que refletia a sua crescente importância e a sua atuação como um centro de registro de documentos. A evolução do cartório foi marcada por um aumento constante na demanda por serviços, atendendo famílias de todas as idades e classes sociais. A partir dos anos 80, o cartório se tornou um importante local de referência para a população, auxiliando em processos de divórcio, inventário e outras questões legais. A comunidade de Leme do Prado, que antes era um pequeno vilarejo, se tornou um local de encontro e de confiança, com o cartório atuando como um elo fundamental entre a população e o sistema jurídico.
Hoje, o 2º TABELIONATO DE NOTAS é um marco na história de Leme do Prado, com um número de funcionários de aproximadamente 25 e um volume de serviços registrado que ultrapassa as 5.000 transações anuais. A instituição continua a desempenhar um papel crucial na preservação da memória local e na garantia da segurança jurídica da comunidade, sendo reconhecida como um patrimônio da cidade e um símbolo da sua história.