O Cartório de Notas e Protesto de Aguaí, situado na Rua Major Braga, 881, Centro, Aguaí-SP, nasceu em 1928, um ano que marcou a expansão da cidade de Aguaí e o início de um novo ciclo de desenvolvimento. A fundação do cartório foi impulsionada pela necessidade de registrar transações imobiliárias e garantir a segurança jurídica de negócios, um cenário que se intensificou com a chegada da Companhia de Mineração do Rio Aguaí, que, em 1932, iniciou suas operações na região, gerando um fluxo constante de pessoas e a necessidade de um registro formal de seus direitos e obrigações.
O primeiro tabelião, o Sr. José Ferreira, foi o pioneiro, estabelecendo o cartório com uma abordagem simples e pragmática. Inicialmente, o cartório se dedicava principalmente a notas, registrando a compra e venda de terras e propriedades rurais, além de realizar protestos de títulos, como dívidas e hipotecas. A tradição do cartório era marcada pela atenção aos detalhes e pela confiança na palavra dos seus clientes. Ao longo das décadas, o cartório passou por diversas transformações, adaptando-se às mudanças econômicas e sociais da região. A década de 50 viu a introdução de novas técnicas de registro, como a utilização de computadores para a organização e o controle dos processos, e a expansão do cartório para atender a um número crescente de clientes.
Hoje, o Cartório de Notas e Protesto de Aguaí é um pilar fundamental da comunidade, atendendo milhares de famílias e gerando empregos para seus funcionários. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido mais de 5.000 famílias, desde os pequenos agricultores até os grandes empresários, garantindo a segurança jurídica de seus negócios e a preservação de seus direitos. O cartório também desempenha um papel crucial na proteção dos interesses dos moradores, registrando e protestando contra fraudes e irregularidades, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e transparente.