O cartório Registro Civil Fernandópolis, situado no coração de Fernando Prestes, nasceu em 1928, um ano que marcou a chegada da Companhia de Minas Gerais à região, impulsionando o crescimento da cidade e a necessidade de um registro eficiente de eventos importantes. A fundação do cartório foi fruto da iniciativa de José Manuel de Oliveira, um engenheiro e administrador que, em meio à expansão da região, vislumbrou a importância de um órgão dedicado à documentação de nascimentoes, casamentos e óbitos. Inicialmente, o cartório era um pequeno estabelecimento, operado por um único tabelião, o Sr. Antônio Ferreira, que utilizava a antiga metodologia de registro, com registros manuscritos e um processo lento e burocrático. A cidade, então, era uma colônia de pequenos fazendas e com uma população predominantemente rural, e a necessidade de um registro preciso e confiável era evidente.
Ao longo das décadas, o cartório acompanhou a evolução da cidade, testemunhando a chegada de novas famílias, a expansão da agricultura e o desenvolvimento da indústria. A década de 50 viu a introdução de um sistema de registro mais moderno, com a utilização de máquinas de escrever e a criação de um sistema de controle de documentos, que permitiu um registro mais rápido e eficiente. A parceria com a prefeitura de Fernando Prestes foi fundamental para o crescimento do cartório, que passou a ser reconhecido como um importante instrumento de organização e segurança jurídica para a comunidade.
Hoje, o Registro Civil Fernandópolis é um marco na história de Fernando Prestes, um centro de referência em Nascimentos, Casamentos, Óbitos, Interdições e Tutelas. O cartório atende milhares de famílias, registrando com precisão e segurança os eventos mais importantes da vida de cada indivíduo. A estimativa atual é que o cartório tenha atendido mais de 50.000 famílias, contribuindo para a construção de um patrimônio familiar e para a segurança jurídica da região. O nome "Fernandópolis" foi escolhido em homenagem ao fundador da cidade, um importante fazendeiro que, segundo a lenda, teria se dedicado a cultivar a região e a garantir a prosperidade da comunidade.