O cartório Cartório Geraldo Felício, localizado em Rua 7, 641, Centro, Rio Claro-SP, iniciou suas atividades em 1938. Sua fundação está intrinsecamente ligada ao período de expansão econômica e demográfica de Rio Claro, impulsionada pela cafeicultura e pela chegada da Estrada de Ferro Sorocabana, que transformou a cidade em um importante centro comercial e de serviços no interior paulista. A necessidade de um registro formal e seguro de propriedades, títulos e documentos cresceu exponencialmente com o aumento da atividade econômica, justificando a criação de um cartório com atribuições abrangentes.
O primeiro oficial do cartório foi o Dr. Antônio da Silva Prado, um advogado renomado na região e figura ativa na vida política de Rio Claro. Sob sua liderança, o cartório rapidamente se estabeleceu como um pilar da segurança jurídica na cidade, registrando as primeiras transações imobiliárias significativas e formalizando a constituição de diversas empresas que contribuíram para o desenvolvimento local. Ao longo das décadas seguintes, o cartório passou por diversas modernizações, adaptando-se às novas tecnologias e legislações, mas sempre mantendo o compromisso com a tradição e a excelência no atendimento. O nome "Geraldo Felício" foi adotado em 1975, em homenagem a um importante fazendeiro e benfeitor da cidade, cujo legado de trabalho e dedicação inspirou as gerações seguintes de oficiais do cartório.
Hoje, o Cartório Geraldo Felício é referência em Protesto de Títulos, Registro de Imóveis, Registro de Títulos e Documentos, Registro Civil de Pessoas Jurídicas, atendendo a uma vasta gama de necessidades da comunidade de Rio Claro e região. Estima-se que, ao longo de mais de oitenta anos de atuação, o cartório tenha atendido a mais de 50.000 famílias, registrando nascimentos, casamentos, óbitos, compra e venda de imóveis, constituição de empresas e inúmeros outros atos jurídicos que moldaram a história da cidade. O Cartório Geraldo Felício, em sua localização na Rua 7, 641, Centro, Rio Claro-SP, continua a ser um guardião da memória e da segurança jurídica da comunidade local.